Começou como um pequeno diário sobre a sua chegada, bebê (MARIA LUIZA!!!), onde tentei exprimir, por meio de palavras, toda a emoção que você trouxe a mim e a seu pai, desde o primeiro instante em que soubemos que você existia. Agora, alguns anos depois, a aventura continua com a chegada do seu irmão HENRIQUE. É mais um grande amor que surge em minha vida e um companheiro para a sua. O blog é para vocês, meus filhos, meus amores, as melhores partes de mim.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
E o Grande Dia Chegou
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Bem vindo, 2012!
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Sua Festinha de Dois Anos
sábado, 5 de novembro de 2011
Dois Aninhos!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Amor Clichê
O segundo poder é a super-hiper-mega-blaster audição. Eu consigo escutar, de longe, a respiração de minha filha adormecida, mesmo sem a ajuda de babá eletrônica. Sério! O choro, então... Mesmo que ela esteja no meio de uma multidão de crianças (tipo Baby Rock in Rio), eu sei exatamente quando é ela quem está chorando. Mas, isso não é novidade: toda mãe conhece os sons da cria. E não só os escuta à distância, mas sabe distinguir, com precisão, quando significam sono, dor, fome, manha... E se isso não for um super poder, então, sinceramente, eu não sei o que é.
Bem, eu até poderia continuar elencando aqui tantos outros poderes da “mãe mutante”, como, por exemplo, a força descomunal capaz de levantar carros, abrir bocas de jacaré e enfrentar (e derrubar!) campeões internacionais de vale-tudo, seja para salvar o filho ou somente porque o indivíduo a ser contido olhou feio para o seu bebê. No entanto, acho que é melhor falar sobre o maior poder que a maternidade traz: o tal “amor incondicional”. Clichê?! Com certeza! Mas, ainda assim, a mais pura verdade. Afinal, como alguém pode amar tanto um serzinho que chora o tempo todo, suga o leite do seu peito até sangrar, extermina suas noites de sono, destrói uma grande parte da sua vaidade e, ainda assim, consegue ser a criatura mais importante da sua vida?! Só uma mãe, mutante, X-Women, com poderes fantásticos e o coração do tamanho do mundo para entender, aceitar e esquecer todas as dores, medos e incertezas decorrentes da maternidade ao ponto de, vez por outra, pensar em aumentar a família e continuar sem dormir bem, comer direito (sem a neurose de cortar a carne em pedacinhos ou amassar consideravelmente o feijão), ir ao cabeleireiro quando bem entender, viajar sem uma bagagem monstro formada por banheira, mamadeiras, chupetas reservas, milhares de roupinhas de frio, calor, praia e piscina... Só um amor enorme mesmo para entender tudo isso... Amor incondicional, clichê e verdadeiro. Amor de mãe.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Terrible Two???
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Nós e Nossas Idades
- Sei, de cabeça, as músicas de todos os desenhos animados já criados pela humanidade.
- Raramente consigo ver outros canais além do Discovery Kids.
- Meus amigos mais próximos são as crianças que frequentam o mesmo parquinho que você.
- Virei boleira, confeiteira, doceira, quituteira e artesã, só pelo prazer de, eu mesma, preparar suas festinhas de aniversário (a deste ano vai ser linda, prometo!).
- Fico dançando na sala, feito uma louca, a "Dança do Pinguim" (obrigada, dona Xuxa!), só para lhe ver gargalhando ao tentar me imitar.
- Investigo, sem dó nem piedade, os rótulos dos alimentos que você vai ingerir, para saber se são saudáveis e nutritivos e, de quebra, também aprendo a me alimentar melhor (mas libero um chocolatezinho, de vez em quando, porque ninguém é de ferro, né?!).
- Brinco de bonecas, leio contos infantis (sentada no chão de livrarias lotadas, sem um pingo de vergonha), imito bichinhos, faço vozes engraçadas, canto, danço, sapateio...
Sua mãe